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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Minha melancolia expressa em trechos

Talvez seja muita ingenuidade minha pensar que ele me ama ou que um dia ele vai me pedir em namoro - ele é mais do tipo que só quer curtir.
Mas e daí? Se não existissem pensamentos ingenuos, o mundo já teria explodido de tanta maldade.
Não digo que ser ingenuo é bom.
Mas também não digo que é ruim.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Se por acaso ...

Por acaso, você já teve vontade de chorar muito, até o mundo acabar?
Por acaso, você já olhou pra sua vida e percebeu que tá tudo errado?
Por acaso, você realmente já se matou de estudar e tirou uma nota muito ruim?
Por acaso, você sabe o que é respirar por um fiozinho de ar que entra no seu nariz?
Por acaso, você já se deu conta que traiu a última pessoa que você gostaria de trair?
Por acaso, você já parou realmente pra pensar sobre o que fez com sua vida, no que a transformou?
Por acaso, já ficou ficou indeciso e escolheu a pessoa errada?
Por acaso, já viu toda a sua felicidade desmoronar em meio segundo?
Por acaso, já quis mandar todo mundo pra pqp?
Por acaso, já viu seus sonhos se tornarem reais e se arrepender por isso?
Por acaso, já chorou por uma pessoa que te odeia?
Por acaso, já se xingou de todos os palavrôes possíveis ?
Eu só queria saber se, por acaso, você já sentiu alguma dessas coisas.Porque se você sentiu pode ficar ciente que você não é o único. Eu também passei por isso :)

quinta-feira, 1 de julho de 2010



Algo único?
Nossas mancadas - são elas que nos tornam especiais e reconhecíveis.
O que o tempo não pode levar?
Nossos sentimentos - encontre alguém que você amava e não via há muito tempo e me diga que é mentira.
Qual a melhor sensação?
Rir olhando pra trás - e vendo o quão doido você é, o quanto você mudou ( pra melhor ou pra pior? tanto faz ).
O que é mais importante pra mim?
Minha família - e quando falo de família, não são só parentes, são amigos também.

Algo remoedor?
A saudade - ela nos diz tudo que deveríamos ( e pudíamos ) ter feito apenas com o silêncio.
O melhor barulho?
O riso - conhece barulho melhor?
A certeza ou o inesperado?
O inesperado sempre me seduziu mais.
O momento ou o futuro?
O momento - é ele que faz o futuro.
Uma grande felicidade ou uma grande tristeza?
Sinceramente?Uma grande tristeza - porque eu acredito que depois de algo muito ruim, vem algo melhor ainda.E eu prefiro sofrer e sorrir depois do que sorrir e morrer sofrendo. :)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Fundo do Poço


Era lá que eu estava.No fundo do poço.Triste, desolada, rejeitada.Naquele pequenino circulo, escuro e fundo.
Sozinha, eu deixei as lágrimas mergulharem no chão úmido.As lembraças fervilhavam em minha mente, quase vivas.As brigas por ele e o não repentino na minha cara.A solidão, a exclusão.A impressão de ter sido usada.
Ouvi um barulho, um rastejar.Me assustei: poderia ser uma cobra!Mas logo, o desespero deu lugar as duvidas.Aquilo não era uma cobra e sim uma corda.Para que uma corda?Ninguém sabia que eu estava no fundo do poço, sempre me fingi de feliz.Quem jogaria a corda?
Eu começei a ouvir vozes.Elas vinham lá de fora e diziam:
- Venha, Marina.Saia daí.
As vozes não eram estranhas.Eu não saberia identificar seus respectivos donos, mas eu conhecia elas.
Elas me pertubaram tanto, me atazanaram tanto que eu acabei cedendo e segurei a corda.
As vozes me puxaram para cima.Aos poucos, claro, a gente não sai tirando os outros do fundo do poço de uma hora para outra.As vozes cuidaram de mim.Me obrigaram a erguer a cabeça, a esquecer o passado, a viver e a sorrir.
As vozes, as estranhas e confiáveis vozes, fizeram curativos nas minhas velhas feridas e me empurraram para frente.
Então, você indagará:
- Mas como confiaste em vozes à esmo?
E eu direi:
- Aquelas não eram vozes à esmo.Naquela época, eu não saberia identifica-las, mas hoje sei claramente de quem são.
As vozes são dos meus amigos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Caso me perguntem...


Sim, eu já chorei.
Sim, eu já errei.
Sim, eu já não fui eu.
Sim, eu já brinquei.
Sim, eu já me perdi.
Sim, eu já sorri.
Sim, eu já ri.
Sim, eu já visitei o Rio.
Sim, eu já me machuquei.
Sim, eu já senti dor.
Sim, eu já fiz tudo isso e mais.
Sim, eu já vivi...

Mas não tanto quanto eu desejo.

sábado, 22 de agosto de 2009

Coisas super (in)significantes sobre mim


Uma série: Supernatural
Um livro: O caçador de Pipas, Kaled Hosseni
Um filme: Harry Potter
Um chá: Camomila
Um planeta: Vênus
Um número: 4
Uma música: Minha história, do Skank
Uma cor: Azul
Um aroma: Chocolate
Uma árvore: Arvore-da-felicidade
Uma flor: Cactos
Um ator: Taylor Launter
Uma atriz: Kristen Stewart ( ela deve ser REALMENTE muuito boa para roubar meu papel no filme do Crepúsculo. =P )
Um tempero: orégano
Um móvel: cama
Um lugar: Londres
Um calçado: All Star
Uma viagem: São Paulo ( a única que eu já fiz O.o)
Uma cor de caneta: Azul
Uma palavra: Tudo
Um sentimento: Amor
Um vício: empurrar o óculos
Um verbo: Ler
Uma ação: Cantar ( não que eu cante bem)
Um amor: Escrever
Um objeto: Livro
Uma dupla perfeita: Papel e caneta
Uma pessoa: Você!
Caso você tenha gostado dessa postagem e tenha vontade de fazer o mesmo, é só dar ctrl+c e depois ctrl+v.Mas não esqueça de colocar " Tirei do blog Amar&Viver ( http://marih-escritora.blogspot.com ).

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Minha breve biografia




Bem, eu nasci num hospital.Depois de passar um tempo lá, voltei para casa.Minha casa era muuuito bonita mesmo, pena que eu não me lembo mais dela! E eu cresci.Tinha os mesmos cabelos castanhos e cacheador que ainda tenho hoje, só que meus olhos eram azuis e, ainda na maternidade, escureceram (se a gente pintar com tinta guache volta??).Ah!E eu tinha (não sei como) a pele mais branca do que tenho hoje.

Aí, minha irmã nasceu.É, ela mesma, minha irmã.E nós crescemos juntinhas e fofinhas ( brigando, batendo e implicando). E então, quando eu ainda era relativamente pequena ... Plufitum!! Meu pai e minha se separaram.Eu mudei de casa e de escola.Aí, minha mãe arranjou um emprego onde Judas perdeu as botas, não, as calças.E a gente foi morar na cidade vizinha, onde Judas perdeu a bainha dessas calças.E aí, eu cresci de novo.

Na verdade, eu ainda pretendo crescer, não quero ficar com 1,61 metros pro resto da vida não.Esse ano, eu estou estudando na escola e fazendo violão na escola de música e bem, só!Ah, e também escrevo nesse blog sempre que posso.

Uma Pacata Cidade


Num ponto distante do mapa, próximo de Macaé, mas, longe da movimentada Rio de Janeiro, existe uma cidadezinha.Perto da praia e longe de ser uma "cidade-destaque".
É lá, nessa cidade, que eu moro.Onde há belas praias, bonitas logoas e muitos quiosques.Onde, no meio de muitas outras, está a minha casa.
Lá, onde há pequenos supermercados, que eu compro.Onde há uma ciclovia que as bicicletas não usam, - andam na rua - que eu caminho.Onde o único "museu" tem um esqueleto de baleia jubarte, que eu pesquiso.
É lá, onde apesar de ser uma cidade calma, a vida é agitada, que a inspetora briga comigo pelo atraso.Onde sopra uma brisa suave, que na varanda, eu toco violão.
Lá, onde sentada na mesa da sala que eu faço meus deveres de casa.Onde o pôr-do-sol é belo, que eu ando de bicicleta.
É lá, onde há vários pequenos talentos, que eu, sentada no bar, - bebendo guaravita - acompanho a múscia tocada.Onde há diversidade natural, que eu, comendo uma maçã, observo os pássaros.Lá, onde os vizinhos são amigos, que eu reúno minha vizinhança, sob um sol rachante.
Lá, onde são raros os prédios e o céu é azul, que eu deito as noites na varanda, a contar as estrelas.Onde vivem os sonhadores, que meu sonho de ser escritora nasceu.
E é lá, que, sob um sol quente, em agosto, enquanto um carro passa na rua, que minha caneta se mexe, de-escrevendo neste papel minha Pacata Cidade.